Rock in Rio – um case de marketing

Hoje, começa um dos maiores festivais de música do mundo, o Rock in Rio, repleto de muita música e animação. Vamos conhecer mais sobre a história de um dos maiores festivais de música.

Tudo começou em 1985, após um longo período da ditadura militar, o país começava a dar os primeiros passos rumo à democracia. Foi aí que com Roberto Medina o Rock in Rio surgiu. Pela primeira vez um país da América do Sul sediou um evento musical desse tipo.

A primeira edição do festival aconteceu no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Em uma área de 250 mil metros quadrados foi construída a Cidade do Rock, que recebeu durante 10 dias 1.380.000 pessoas. Com uma estrutura de luz e som extremamente modernos para a época. Foi no Rock in Rio que a plateia de um grande show foi iluminada pela primeira vez.

Os anos seguintes do evento foram:

1991 – Rock in Rio Brasil

2001 – Rock in Rio Brasil

2004 – Rock in Rio Lisboa

2006 – Rock in Rio Lisboa

Agora, você já deve ter se perguntando: “o que cantores pops e eletrônicos fazem em um festival de rock?”

Para um festival que teve como abertura da primeira edição, a aclamada banda Queen com seu eterno Freddie Mercury, ter divas da música pop pode causar um certo estranhamento no público do festival.

Apesar do objetivo de criar um festival voltado para o rock, a primeira edição lançou mão de bandas/cantores brasileiros como Alceu Valença, Gilberto Gil Ney Matogrosso, Kid Abelha entre outros. Nas edições seguintes a presença de outros estilos musicais foi mais pesada, como a apresentação de Britney Spears.

O nome é sugestivo, porém, pode ter outro significado, que justifica a falta de alinhamento. A palavra rock significa “tremer, balançar”, se foi intencional ou não, não podemos afirmar, mas neste contexto faz sentido a presença de outros gêneros musicais.

É possível então entender que a escolha do nome do festival seria pelo aspecto do significado, mas não foi a mais sábia, já que restringiu a um determinado estilo musical desde o começo. Boa parte do conceito original ainda é agregado, tendo grande influência de outros estilos, mas, o principal continua sendo o rock.

Com o passar das edições, o festival tornou-se um case de marketing e branding bastante interessante. A marca tornou-se conhecida no mundo, respeitada e sinônimo de festival de música e não um nome que faça apenas referência a um estilo ou local específicos.

Atualmente, o evento representa diversidade musical e ponto de divulgação de marcas e entretenimento. Um exemplo foi o Rock in Rio de 2011, o primeiro a ter uma roda gigante na Cidade do Rock, teve grande participação das marcas, como o Banco Itaú, que explorou o fato de ser o patrocinador e além de espalhar materiais de comunicação pela Cidade do Rock, decorou a roda gigante e as pulseiras do evento com a marca – laranjas e emitem uma luz que pisca ao longo do festival, trazendo um show de luzes para a noite.

Esse é o tipo de ação que instiga e gera lembrança de marca e que no final você leva para casa e fica em contato direto durante o evento.

Para as empresas certas, isso significa que não é somente um festival de bandas e músicas, mas uma oportunidade de eternizar os momentos na memória e na vida das pessoas.

Fontes:
Rock in Rio
Infobranding

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